quinta-feira, 13 de junho de 2019

Satisfação na escolha profissional (análise de textos)

Analisando o texto "Pesquisa mostra que 48% das pessoas estão infelizes no trabalho", feita por Venuska Donato, mostra que a maior parte dos entrevistados estão insatisfeitos por conta do cargo no trabalho e o salário. E que conforme vai aumentando o grau do cargo, o número de insatisfeitos diminui. Também dá dicas para melhorar seu desempenho no trabalho, como: não misturar problemas pessoas com o dia a dia da empresa, procurar distrações (como sair com amigos ou ir a academia) e se caso houver algum problema pessoal que afete seu trabalho, peça um afastamento temporário até resolver o que se aflige. O texto "Profissionais estão satisfeitos com seu trabalho, aponta pesquisa", do G1, descreve que a satisfação ocorre por conta do equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, contando também com os recursos no trabalho. Vale ressaltar que, no decorrer da pesquisa, cita que a insatisfação ocorre por não haver possibilidade de crescimento na empresa e não valorização do empregado, havendo em alguns casos, favoritismo no trabalho. Os dois textos trazem pontos que podem ajudar  na sua relação de trabalho e vida pessoal mas também traz as causas da insatisfação e dados que as comprovem.

O que é vocação?

No latim "vocare"  (vocação), significa chamar, ou seja, algo inato, uma tendência que o ser humano possui para ser bom em algo, nesse caso na profissão a ser escolhida. Porém de acordo com os professores e psicólogos da PUC-SP, Ana Bock e Rogério Duran, a vocação não é algo que existe para o ser humano, este que acredita que desde o nascimento já é destinado e bom em algo, mas sim que, ao invés de vocação, as pessoas podem determinar no que são bons a partir de experiências nas quais foram aprofundados durante sua vida. Como musicistas, que fazem aulas desde criança e acabaram por desenvolver uma habilidade incrível de ouvir, criticar, analisar e tocar diversas músicas.
Portanto e acordo cm os mesmos, antes de escolher uma profissão é necessário analisar todo o desenvolvimento que obteve durante sua vida, observar no que se possui habilidade, se gosta daquela profissão e se se imagina fazendo aquilo no caminhar da vida.

Pesquisa de Satisfação e Insatisfação no emprego

     Foram apresentadas duas pesquisas nas aulas de Preparação Acadêmica com o tema de satisfação e insatisfação no trabalho/emprego. O fato interessante a ser discutido entre os dois é que, a primeira pesquisa, realizada por Elaine Saad, da Right Management, em um universo de pesquisa com 5.685 pessoas, informa que 48% dos entrevistados estão infelizes no trabalho. Entretanto, a segunda pesquisa, realizada pela Universia e Trabalhando.com,  com 7.855 pessoas de 8 países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Peru e Porto Rico), revela que 48% dos entrevistados sentem-se bem em seu trabalho. 
     Se relacionarmos os dois, há uma questão sem lógica. Mas, é exatamente esse ponto que iremos analisar, o quão as pesquisas podem ser manipuladas para apresentar resultados de acordo com a intenção de quem as realiza. Começando pelo ambiente e universo em que é realizada, maior parte dos insatisfeitos do Texto I têm entre 20 e 30 anos, possuem cargos iniciantes e salários baixos. A infelicidade se dá em grande parte pela quebra de expectativa que o profissional tem quando entra na empresa, ele espera sucesso e ascensão inicialmente quando se forma, mas não é assim que as coisas funcionam, existem hierarquias nas empresas. Um dos maiores motivos também apontados é a quantia salarial, que não os agrada, mas para essa questão, é preciso analisar-se o piso salarial, se realmente aquilo condiz com a lei e se o funcionário está equivocando-se. Pois, em muitos dos casos, a quantia é a correta, mas a pessoa gasta mais do que aquilo, que faz com que isso o desagrade. 
     Já no Texto II, os funcionários estão satisfeitos, por conta principalmente de seu cargos e ambiente de trabalho, que propicia sua felicidade, diferente do que os entrevistados do Texto I. Eles alegam ter conseguido atingir o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Contudo, é mais fácil realizar isso quando se tem recursos e uma quantia salarial que "alegra os olhos" 
     Portanto, podemos concluir que, pesquisas podem ser manipuladas segundo as intenções do autor, por isso, é sempre recomendável buscar em diversas fontes de pesquisa sobre um mesmo assunto, para construir-se uma visão sistêmica e estruturada sobre aquilo (conhecendo todas as informações). 

Bianka Rumayor 

O que é vocação

Pode-se ver que o tema vocação é um tema que atinge muito dos jovens da atualidade, as questões em pauta são: Vocação existe? Dom existe? Nascemos com alguma habilidade?
Os filosofos do video passado em sala de aula em PA, afirmam que não nascemos com dom nenhum, nem com habilidade próprias, e sim vamos evoluindo e melhorando nossas habilidades em fazer certas coisas.
É certo que podemos ter facilidade com algumas coisas, como jogar futebol, cantar, em estudar, porém tudo isso são coisas criadas pelos humanos, portanto sendo impossivel nascermos com essas habilidades, e sim vamos adquirindo conforme nosso convívio.

O que é vocação?

Podemos concluir após assistir o vídeo na aula de PA, que o tema vocação é algo que incomoda muito todos os jovens dessa nova geração. Posto que, os psicólogos Ana e Rogério apontaram que vocação profissional não existe, dado a maneira que o ser humano é mutável e flexível cabendo à ele toma decisões de aprendizagem que impliquem em seu futuro, pois o indivíduo cria diversas capacidades e habilidades para alcançar seus objetivos e resolver situações problemas.
Ademais, apresentado pela excelente professora Lívia à nos em suas aulas, o texto "Passo a passo: pequenos detalhes para grandes escolhas", nos apresenta diversas maneiras que possam nos ajudar, à alcançar a felicidade no ambiente de trabalho, nos mostrando que devemos utilizar do autoconhecimento para decidirmos aonde gostaríamos de atuar. Tudo com objetivo de facilitar nossas escolhas profissionais.

Satisfação e Insatisfação

Duas pesquisas com dados semelhantes e ao mesmo tempo diferentes, para inicialmente levantar a seguinte dúvida, o quanto essas pesquisas são manipuláveis para as respostas condizerem com o seu esperado. a primeira  pesquisa foi realizada e coordenada por Elaine Saad, foi feita com  5.685 entrevistados, e revela que 48% de pessoas estão infelizes no trabalho já a outra pesquisa feita pela Universia e Trabalhando mostrou que 48% dos profissionais estão satisfeitos com o seu trabalho e se sentem bem em seu atual emprego. O levantamento foi feito com com 7.855 pessoas de 8 países (Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Espanha, México, Peru e Porto Rico).
No entanto, as duas pesquisas apresentam dicas para auxiliar no convívio dentro do trabalho e a a segunda vai dar foco como o empregador só tem o que ganhar com a felicidade de seu empregado e a primeira tem seu foco no como evitar os problemas do trabalho além do mais o enfoque na questão da insatisfação é muito perceptível nessa entrevista.
 Na discussão em classe, um dado foi amplamente difundido pelos alunos , "...sendo que o percentual de mulheres (59%) supera o de homens (41%) igualmente insatisfeitos.", o principal questionamento por qual motivo as mulheres a quantidade de mulheres é maior. Alguns dos fatos levantados foi assédio sexual que muitas mulheres sofrem em seus empregos, os salários baixos e por fim, aquelas que é a mais apontada em diversos áreas é o fato da mulher além de apenas trabalhar tem "afazeres domésticos" que geralmente é feito apenas pelo gênero feminino por já estar enraizados na sociedade brasileiras por tantos séculos e ainda é seguida até os dias de hoje, esse costume de baseia que a mulher é a única responsável pelos afazeres domésticos e os homens estão isentados ao isso por apenas serem homens.
 Assim pode-se concluir que as duas entrevistas visam a busca de melhorar o ambiente da empresa entre patrão e empregado
Mateus Soldati

Pesquisa sobre insatisfação no mercado de trabalho.



Duas pesquisas com dados semelhantes e dados completamente diferentes, para inicialmente levantar a seguinte dúvida, o quanto essas pesquisas são manipuláveis para as respostas condizerem com o seu esperado. a primeira  pesquisa foi realizada e coordenada por Elaine Saad, da Right Management, foi feita com  5.685 entrevistados, e revela que 48% de pessoas estão infelizes no trabalho já a segunda pesquisa feita pela Universia e Trabalhando.com mostrou que 48% dos profissionais estão satisfeitos com o seu trabalho e se sentem bem em seu atual emprego. O levantamento foi feito com com 7.855 pessoas de 8 países (Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Espanha, México, Peru e Porto Rico).
 Na discussão em classe, um dado foi amplamente difundido pelos alunos , "...sendo que o percentual de mulheres (59%) supera o de homens (41%) igualmente insatisfeitos.", o principal questionamento por qual motivo as mulheres a quantidade de mulheres é maior. Alguns dos fatos levantados foi assédio sexual que muitas mulheres sofrem em seus empregos, os salários baixos (que ainda há mulheres que ganham menos que homens ocupando o mesmo cargo) e por fim, aquelas que é a mais apontada em diversos áreas é o fato da mulher além de apenas trabalhar tem "afazeres domésticos" que geralmente é feito apenas pelo gênero feminino por já estar enraizados na sociedade brasileiras por tantos séculos e ainda é seguida até os dias de hoje, esse costume de baseia que a mulher é a única responsável pelos afazeres domésticos e os homens estão isentados ao isso por apenas serem homens.
 Podemos concluir que ambas as entrevistas, são focadas no direcionamento para o bem estar da empresa, desenvolvendo uma melhor condição de trabalho para seus empregados.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

O que é vocação?

Após assistirmos ao vídeo Desafio Profissão, com Silvio Bock (apresentador), e os psicólogos Ana Messias Bock e Rogério Duran para relacionar vocação a escolha profissional. Segundo o dicionário vocação é algo inato, algo que já nascemos para realizarmos, uma “tendência natural”, contudo, segundo os psicólogos a vocação é algo que adquirimos ao longo das nossas vidas. Não é algo que estamos predestinados a seguirmos,  e que com a evolução humana podemos ter quaisquer vocações, adaptações e habilidades, portanto a vocação profissional seria algo do senso comum.
Ademais, Rogério apresentou 3 mitos vocacionais: descobrir o que sou, mito do estado de reconfiguração e vocação somente após o amadurecimento. E Ana apresentou as diferenças individuais com 3 âmbitos: humanização, socialização e individualização, mostrando que todos os indivíduos são diferentes de todas as formas, modos de pensar e as habilidades.
Além disso, lemos “passo a passo: pequenos detalhes para grandes escolhas”, o texto aborda o autoconhecimento do indivíduo em suas escolhas profissionais, e dá dicas para ajudar nessas decisões. Essas refletirão no futuro seja profissional ou pessoal, trazendo a observação para área de trabalho que melhor se adapte com o perfil da pessoa, sendo as dicas: observe-se; pesquise; conecte-se; leia; converse; organize-se; e pense no futuro. Enfim tudo o que podemos analisar em nós mesmos e na profissão escolhida.
Portanto, vocação não existe, cada vez que os seres humanos superam suas dificuldades e desenvolvem novas capacidades, simplesmente precisamos acreditar em nós mesmos, estar disposto, dedicar se, fazer escolhas tendo o autoconhecimento como base, pois vocação não é limitação. Logo, temos várias possibilidades de mudanças e que se a profissão escolhida não for a correta, está tudo bem mudar e, que devemos ser felizes com nossas decisões.



postado por Mayara da Silva Souza, nº24, 3D

terça-feira, 11 de junho de 2019

48% das pessoas estão infelizes com seu trabalho VS 48% estão satisfeitos com o trabalho

Duas pesquisas com dados semelhantes e dados completamente diferentes, para inicialmente levantar a seguinte dúvida, o quanto essas pesquisas são manipuláveis para as respostas condizerem com o seu esperado. a primeira  pesquisa foi realizada e coordenada por Elaine Saad, da Right Management, foi feita com  5.685 entrevistados, e revela que 48% de pessoas estão infelizes no trabalho já a segunda pesquisa feita pela Universia e Trabalhando.com mostrou que 48% dos profissionais estão satisfeitos com o seu trabalho e se sentem bem em seu atual emprego. O levantamento foi feito com com 7.855 pessoas de 8 países (Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Espanha, México, Peru e Porto Rico).
No entanto, as duas pesquisas apresentam dicas para auxiliar no convívio dentro do âmbito do trabalho e a a segunda vai dar enfoque como o empregador só tem o que ganhar com a felicidade de seu empregado e a primeira tem seu enfoque no como evitar os problemas do trabalho além do mais o enfoque na questão da insatisfação é muito perceptível nessa entrevista.
 Na discussão em classe, um dado foi amplamente difundido pelos alunos , "...sendo que o percentual de mulheres (59%) supera o de homens (41%) igualmente insatisfeitos.", o principal questionamento por qual motivo as mulheres a quantidade de mulheres é maior. Alguns dos fatos levantados foi assédio sexual que muitas mulheres sofrem em seus empregos, os salários baixos (que ainda há mulheres que ganham menos que homens ocupando o mesmo cargo) e por fim, aquelas que é a mais apontada em diversos áreas é o fato da mulher além de apenas trabalhar tem "afazeres domésticos" que geralmente é feito apenas pelo gênero feminino por já estar enraizados na sociedade brasileiras por tantos séculos e ainda é seguida até os dias de hoje, esse costume de baseia que a mulher é a única responsável pelos afazeres domésticos e os homens estão isentados ao isso por apenas serem homens.
 E por fim, é possível concluir sobre estas duas entrevistas é sobre o direcionamento que elas tem, sempre buscando o melhor para a empresa que está a financiando essa pesquisa, assim tornando nesse panorama supracitado a importância que pesquisas por órgãos com IBGE são importantes, por não demonstrarem  um direcionamento e buscarem dados gerais e verídicos propriamente dito.

comparação com as entrevistas de satisfação e insatisfação no ramo profissional


Após realização de entrevista com os profissionais e feito os gráficos com os entrevistados, lemos uma reportagem de satisfação com 7.885 pessoas sendo da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru, Porto Rico Espanha e México, sendo que nesta pesquisa 48% dos entrevistados estavam satisfeitos com a área de atuação e o emprego atual, mostrando que estava quase na média, dada esta pesquisa para saber se os empregados estão felizes com seu ambiente de trabalho e a profissão. A maioria (55%) relataram que o clima de trabalho era bom, relacionado a vida pessoal e profissional, mais os recursos para trabalhar. Em contraponto, 45% não estão satisfeitos com o clima e a valorização no ambiente profissional.
Posteriormente aos dados apresentados, a pesquisa nos mostrou cinco dicas importantes para o mercado de trabalho, como: faça da rotina um hábito; mantenha bons pensamentos; dar uma mãozinha; meditar e não leve as coisas pelo lado pessoal. Tais dicas são importantes para pessoas que vão se inserir no mercado de trabalho, como por exemplo os estudantes do ensino médio, caso este não for fazer um curso superior, para que assim tenha se melhor compreensão da vida de um empregado e estar satisfeito com suas escolhas.
Contudo, lemos mais uma entrevista feita com 5.685 pessoas e, desta vez os dados são contrários, apresentam que 48% dos profissionais estão insatisfeitos em seus empregos. Uma das causas dessa insatisfação apontada pelo entrevistado Gleidsson Santos foi o baixo salário. Nessa pesquisa as mulheres são as que estavam mais insatisfeitas com 59%, por causa da dupla jornada de trabalho, pois além do emprego fora de casa tem se os afazeres domésticos. E a todos os entrevistados foram apontados fatores como idade, formação profissional e a área de atuação para insatisfação.
Ademais, a pesquisa também trouxe diversas dicas para a melhor construção do profissional na empresa e saber lidar com algumas situações problemas como: diferença de salário; reclamar; baixos salários; promoção; chefes; funcionários rebeldes. Entretanto, a pesquisa foi muito sucinta perguntando apenas se as pessoas estão satisfeitas no trabalho atual e as respostas foram sim ou não, portanto, não sabe se as maiores causas de felicidade ou infelicidade profissional.
É perceptível que tais pesquisas estão totalmente direcionadas, ou para satisfação ou insatisfação dos profissionais, mostrando que a felicidade está diretamente relacionada com o indivíduo, sua vida pessoal e profissional e o perfil de cada um, mas dando um adentro para as dicas que foram apresentadas e que poderão ser exercidas pelos empregados seja em qualquer ramo empregatício.



postado por Mayara da Silva Souza, nº24, 3D